
CHUVA DE SAPOS
poema: Castelo
música, violão e voz: Pituco
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Era preciso mesmo uma noite de verão
pra que viesse a revoada de libélulas
Como numa odisséia dentro do tempo
se fez dia, noite; quente e frio num piscar de olhos
e um coro de sapos cantou para a lua cheia
Era preciso mesmo muita sorte
para tocar aquela boca pequena
(e sábia)
para cingir aquele corpo leve
(e morno)
e depois achar tempo para cuidar da vida
namaste
1 comment:
Muito bacana seu blog Tony! Espero sempre passear por aqui e ver notícias e coisas novas! Beijos e sorte sempre!
Namaste
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